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Adoçantes artificiais: efeitos indesejados

Publicado em 20 de setembro de 2016

A variedade de substitutos do açúcar no mercado para satisfazer a necessidade de doce da população enquanto reduzem a quantidade de calorias pode chegar a causar confusões. Para piorar mais, especialistas notaram que a variedade destes alimentos “diet” podem afetar o apetite.

O adoçante artificial pode ser usado para substituir o açúcar graças ao mesmo grau de doçura, mas com menor índice calórico. Sacarina, aspartame, sucralose, acesulfamepotassium (Ace-K), neotame e advantame são os principais adoçantes utilizados nos produtos vendidos como “diet” e “sem açúcar”.

Em novo estudo publicado no jornal Cell Metabolism foi revelado que a adoçante artificial afeta o cérebro, de forma a provocar efeitos na regulação do apetite e na percepção de sabor.

O estudo, co-liderado pela University of Sydney, descobriu que há uma área do cérebro que sente e integra o adocicado com a energia que contém na comida.

Quando exposto a dieta rica em adoçante artificial, sucralose, os pesquisadores encontraram que este tipo de alimentação pode dar mais fome e, como consequência, comer mais. A sucralose é derivada da sucrose e é 650 vezes mais doce que o açúcar.

A explicação é que dentro do cérebro há um centro de recompensa, a sensação doce é integrada a quantidade de energia. Quando o adoçante e a energia não estão equilibrados por um período de tempo, o cérebro recalibra e aumenta o total de calorias consumidas.

Os pesquisadores identificaram que o adoçante artificial estimula o apetite por meio de um complexo do cérebro que responde alertando para o pouco consumo de energia.

O açúcar artificial pode provocar um risco maior de obesidade do que ajudar a reduzir ou controlar o peso.

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